Desmistificando o Startupês!

Se você tem dificuldade em entender siglas, termos, expressões, nomenclaturas ou terminologias, não se preocupe!

Criamos um dicionário exclusivo com as expressões utilizadas no mundo das startups, pra você não ficar mais boiando por aí! ;)

a  b  c  d  e  f  g  h  i  j  k  l  m  o  p  r  s  t  u  v  w  x  y  z 

 

#A

ABSTARTUPS
Associação Brasileira de Startups é um órgão privado que monitora, mede, capacita, conecta, promove e propicia eventos para o fomento de inovação e tecnologia para Startups. Construi para o crescimento de todos ecossistemas e hubs voltados as startups em todo o país.

 

ABNT
Associação Brasileira de Normas Técnicas é uma entidade privada e sem fins lucrativos, responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo insumos ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.

 

ACELERADORA
Como diz o nome, uma aceleradora tem o objetivo de acelerar o crescimento de uma startup. Essas organizações buscam negócios promissores, com o objetivo de ajudar seus idealizadores a consolidarem suas ideias e estabelecerem seus negócios no mercado. Geralmente, a aceleradora torna-se sócia minoritária da startup e ajuda o negócio a ganhar forma e consolidar-se.

 

ADOTANTE
Aquele ou aquela que adota. Por exemplo, quando você apresenta um MVP teste a um cliente e ele testa e gosta da sua solução, diz que ele adotou sua ideia.

ADWARE
São softwares de computador baseados em propaganda. É também um modelo de negócio no qual um software é oferecido gratuitamente (ou a um preço bem reduzido) em troca da exposição publicitária aos usuários. Este modelo foi muito famoso entre softwares desktop na década de 90 e início dos anos 2000, quando a internet começou a ganhar popularidade ao redor do mundo.


ADVISOR
É um consultor com o mais profundo conhecimento em uma área específica e também inclui experiência multidisciplinar e multifuncional. O papel de um advisor é de um conselheiro (um mentor) para determinadas ações.

 

AGRITECHS
Conforme sua nomenclatura do inglês (agriculture + technology), é o uso da tecnologia na agricultura. Em outros termos, é a descrição do setor que define as novas oportunidades de tecnologia, inovação e de produtos que as empresas do agronegócio precisam para crescer sustentáveis.


APORTE
É outra denominação para o investimento ou aplicação feito em uma empresa. Significa subsídio ou contribuição financeira utilizada no meio empresarial à empresas. Comumente escuta-se a afirmação: “aquela empresa recebeu um aporte milionário.

 

ATIVO

É um termo básico utilizado para expressar os bens, valores, créditos, direitos e assemelhados que, num determinado momento, formam o patrimônio de uma pessoa singular ou coletiva e que são avaliados pelos respectivos custos.
 

ASSINATURA
Modelo de receita utilizado por Startups que usam este tipo de cobrança de seus usuários, dependendo do projeto, um valor fixo e recorrente (normalmente mensal), pelo uso do produto ou serviço. É o modelo mais usado (junto com o Freemium) em Startups com um modelo de negócio do tipo SaaS – Software as a service – como o ContaAzul, por exemplo.

 

AUTO-RENEWAL

Caracteriza os contratos que, depois de um prazo determinado, pode ser renovado de forma automática, sem a precisão de uma nova assinatura.

 

#B

B2B (business to business)
É o termo usado quando uma empresa vende produtos ou serviços para outras organizações. Por exemplo, uma companhia que vende softwares, como a IBM, foca a força de vendas em fechar contratos com outras empresas. Portanto, o modelo de vendas da IBM é baseado no B2B.

 

B2B2C (business to business to consumer)
É um conceito bem parecido com o B2B, mas, neste caso, inclui toda a cadeia comercial. Engloba desde a indústria de transformação, empresas até o consumidor final. Esse sistema permite que a indústria venda ao consumidor final sem prejudicar a cadeia, de maneira que o varejista não seja afetado negativamente por essa venda direta.

 

B2C (business to consumer)
Termo utilizado para descrever transações entre empresas e o consumidor final como público-alvo das vendas. Um exemplo bem prático disso são os shopping centers que vendem seus produtos e serviços para toda a população.

 

B2E (business to employee)

Esta relação define as transações comerciais entre as empresas e seus funcionários. É similar à B2C, mas, nesse caso, o cliente final é o colaborador da empresa. Acontece quando uma pessoa faz parte do quadro de funcionários de determinada companhia e decide adquirir os produtos ou serviços fornecidos por essa empregadora. Também pode considerar como endomarketing.

B2G (business to governement)

Esse formato compreende o relacionamento de vendas entre empresas e organismos públicos como alvos do negócio. Licitações e pregões eletrônicos, por exemplo.

B2S (business to social)
Este é um termo muito em voga nos dias atuais. Trata-se de empresas que tem foco em negócios sociais.

BABY BOOMERS
É uma definição genérica para crianças nascidas após a Segunda Guerra Mundial (1946 a 1964) e têm características distintas como: são firme e maduro nas decisões, possui renda consolidada, tem padrão de vida estável, sofre pouca influência da marca no momento da compra, preferem produtos de alta qualidade, experiências passadas servem de exemplo para consumo futuro, não se influencia facilmente, não vê o preço como obstáculo e etc.

 

BENCHMARKETING
É um processo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais, com o objetivo de melhorar esses processos analisando as estratégias de outra empresa, afim de criar ideias novas em cima do que já é realizado.


BOOTCAMP

É um treinamento/formação/ensino com um tipo de aprendizado intensivo e acelerado, focado nas habilidades mais relevantes de uma determinada área (software/marketing), com o objetivo de preparar você para os desafios do mercado como branding pessoal, inovação, gestão financeira, vendas e liderança, etc.

 

BOOTSTRAPPING
Este é, provavelmente, seu primeiro tipo de investimento no seu projeto. Cerca de 80% a 90% das Startups iniciantes utilizam este tipo de investimento. Neste caso, é o próprio empreendedor ou componentes do seu team, que investem dinheiro do bolso na empresa.
 

 

BRAINSTORM

Significa uma tempestade de ideias. Caracteriza-se por uma dinâmica de grupo que é utilizada em diversos segmentos de mercado, principalmente em empresas, como uma técnica para resolver problemas específicos, desenvolver novas ideias ou projetos, estimular o pensamento criativo, etc.

 

BRIEFING
É um conjunto de informações ou uma coleta de dados passados em uma reunião para o desenvolvimento de um trabalho ou documento. Muito na administração, marketing, design e publicidade.

 

BREAK EVEN

É quando um negócio alcança o ponto de equilíbrio. Ou seja, quando os custos de um negócio são iguais a sua receita. Chegar ao break even significa que a partir daí deixa-se de perder dinheiro e passa a ganhar e/ou equilibrar o capital investido.

 

BURN RATE
É a taxa em que uma empresa está queimando, perdendo dinheiro. Normalmente é expresso em termos mensais. Por exemplo, ’’a taxa de consumo da empresa atualmente é de US $ 65.000 por mês". Nesse sentido, a palavra "queimar" é um termo sinônimo para fluxo de caixa negativo.


BUDGET

É o termo utilizado para designar o valor disponível em um orçamento para a execução de um job, evento ou produto.

 

BUYABLE STARTUPS
Se você tem uma grande ideia, algo inovador, e principalmente, se ela for híbrida, este é o seu tipo de Startup. Você precisará de um financiamento para poder concretizá-la, e é aí que entram os investidores (seu primeiro sócio). Atualmente, o sistema de financiamento crowdfunding e investidor anjo estão substituindo os investidores formais desse tipo de negócio.

 

BUSINESS MODEL CANVAS
É um quadro de modelagem para planejamento de negócio, ideias, eventos, etc. Geralmente utilizado na fase embrionária de um negócio., serve para definir o modelo de negócio a ser seguido durante todo o projeto. O ‘business model” apresenta as técnicas de interação que uma empresa irá utilizar para se comunicar com os principais parceiros, atividades, recursos-chave, valor, relacionamento com clientes, canais de mercado, segmentos de clientes, estrutura de custos e receitas.

 

BUY BACK
É quando uma empresa é recomprada pelo fundador. Um exemplo clássico de “buy back” foi quando Flávio Augusto, fundador do meuSucesso.com, recomprou a Wise Up por R$ 398 milhões do Grupo Somos Educação – o mesmo que em 2013, adquiriu a rede de escolas por quase R$ 900 milhões.


BUSINESS PLAN
É basicamente o plano de negócio da empresa. Este documento deve conter dados da empresa e de seus integrantes, como: a descrição do produto/serviço que a empresa oferece, a análises de mercado feita pela empresa, sua estratégias de vendas, marketing e etc.

 

#C

CAP TABLE
O termo abreviado vem da nomenclatura "capitalization table", e mostrar a participação acionaria em uma empresa. Detalha quem são os acionistas de uma empresa, qual a participação real de cada um destes sócios no negócio. Contendo uma lista definitiva de quem tem o que dentro da empresa, ou seja, a participação de cada um dos acionistas da empresa, suas garantias, direitos e opções no negócio.


CAC (Customer Acquisition Cost)
Significa o custo de aquisição de clientes, referindo-se quanto é gasto para trazer um novo cliente para o negócio. Muito utilizado no meio digital para atrair leads.

 

CCO (Chief of Communication Officer)
É o chefe ou diretor de comunicação e relações públicas da empresa, também pode ser “Chief of Commercial Officer”, ou seja, Diretor Comercial.

 

CANAIS DE VENDAS

São os meios pelos quais as empresas fecham negócios com seus produtos e serviços. Esses meios podem ser um local, uma plataforma ou uma mídia, que permita que os consumidores tenham acesso ao que é ofertado pelas empresas e realizem suas compras.

 

CAPITAL SOCIAL
É o valor que os sócios ou acionistas estipulam no momento da abertura de uma empresa. É composto pela quantia bruta investida, ou seja, total necessário para um negócio começar as atividades, levando em conta o tempo em que ainda não vai gerar lucro suficiente para se sustentar.


CASH FLOW
Refere-se ao fluxo de caixa da empresa. Trata-se do controle dos valores que entram e saem do caixa.

COMISSIONAMENTO
É um modelo de receita que ocorre quando você vende um produto ou serviço de um parceiro através da sua própria plataforma e em troca ganha uma comissão, que normalmente é uma percentagem do valor da transação ou um valor fixo pré-estabelecido. Este modelo é usado por Startups como Peixe Urbano, iFood, Rappi e também por vários Marketplaces.

 

CONSTRUTECHS
O termo vem do inglês (construction), e é utilizado para definir Startups que produzem soluções de cunho tecnológico para a cadeia produtiva da construção civil. Essas empresas de tecnologia visam atender as “dores” de mineradoras, construtoras, empreiteiras, indústrias de materiais, imobiliárias, empresas de arquitetura e governos.

 

CLEANTECHS
Conhecida como a tecnologia limpa, muitas vezes usada de forma intercambiável com o termo Greentech, e surgiu como um termo abrangente que englobava a classe de ativos de investimento, tecnologia e setores de negócios que incluem produtos e serviços limpos, ambientais, sustentáveis e ecológicos. Como exemplo, setores de alto crescimento como solar, eólica, purificação de água e biocombustíveis.

 

CO-INVESTIMENTO
Significa organizar um grupo de investidores para, em conjunto, partilhar os benefícios e os riscos de investir em uma empresa ou carteira de negócios. Esse tipo de investimento é muito comum no ramo imobiliário, expandindo-se também para negócios em estágio inicial, como startups.

CEO (Chief Executive Officer)

Sigla atribuída geralmente ao fundador, idealizador de uma empresa. É a função com a maior autoridade na hierarquia operacional de uma organização. É a pessoa com habilidade e competência pelas estratégias, visão, inovação e empreendedorismo da empresa

CTO (Chief Technology Officer)

Conhecido como diretor de tecnologia, comanda a área de tecnologia (ti) de uma empresa ou pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços.

 

CFO (Chief Financial Officer)

É o diretor financeiro da empresa, e comanda as finanças, as metas, objetivos e orçamentos. Também atribui-se dos investimentos, além de supervisionar o capital da companhia.


COO (Chief Operation Officer)

Diretor operacional, espécie de braço direito do CEO, que coordena mais de perto as rotinas de uma companhia. Dependendo da empresa, pode até carregar o título de presidente.


CMO (Chief Marketing Officer)
Significado para diretor de marketing, e é o responsável por comandar as ações de marketing de uma organização.

 

CPO (Chief Product Officer)

É o diretor de produtos, e comanda as atividades relativas aos produtos da empresa, como a concepção, o projeto e sua produção. Trabalha junto ao CTO e COO

 

CIO (Chief Information Officer)

É o responsável pela área de informática de uma empresa. A diferença entre o CTO e o CIO é que o primeiro desenvolve tecnologia para vendas, enquanto o segundo cria recursos para uso interno.


CAcO (Chief Accounting Officer)
É o dretor de contabilidade, ligado a área financeiro, controller.

 

CAO (Chief Academic Officer)
Diretor acadêmico, no comando de assuntos acadêmicos em uma instituição de ensino. Pode ser apresentar como diretor de pós-graduação e extenção, por exemplo


CBO (Chief Brand Officer)
É o responsável pelo branding (marca) da empresa, órgão ou instituição.

 

CBO (Chief Business Officer)
É o diretor de negócios, o principal executivo operacional de empresas comerciais em crescimento ou de uma instituição acadêmica de pesquisa. O CBO mostra liderança na experiência de fazer negócios com um registro claro de resultados e responsabilidade transacional final.

 

CCO (Chief Communications Officer)
O oficial de relações públicas ou oficial chefe de comunicações corporativa. Normalmente, o CCO de uma corporação se reporta ao diretor executivo. O CCO pode ter um diploma acadêmico em comunicação.

 

CCO (Chief Creative Officer)
Um diretor criativo é a posição mais alta da equipe criativa dentro de uma empresa. Dependendo do tipo de empresa, essa posição pode ser responsável pela aparência geral do marketing, da mídia e da marca associada à organização.

 

CCO (Chief Content Officer)
Um diretor de conteúdo é um executivo corporativo responsável pela criação de mídia digital e publicação multicanal do conteúdo da organização. O CCO é geralmente um cargo executivo ou vice-presidente sênior, normalmente subordinado ao diretor executivo ou ao presidente da organização.

 

CDDO (Chief Diversity Division Officer)
Diretor de diversidade. Responsável por ações de diversidade e inclusão social.

 

CDO (Chief Design Officer)
Diretor de design da empresa

 

CHRO (Chief Human Resources Officer)
Diretor de recursos humanos da companhia.

 

CLO (Chief Legal Officer)
Responsável pelo setor jurídico (diretor)

 

CSO (Chief Science Officer)
Diretor científico. Responsável pela pesquisa e criação de novas tecnologias

 

CLOUD COMPUTING
O conceito de computação em nuvem refere-se à utilização da memória e da capacidade de armazenamento e cálculo de computadores e servidores Hospedados em Datacenter e interligados por meio da Internet, seguindo o princípio da computação em grade

 

COWORKING
Espaço ou local compartilhado por profissionais de diversas áreas de negócios, incentivando-se a troca de ideias e experiências entre os presentes. Também funciona como fomento através de eventos direcionados a inovação, tecnologia, parcerias, etc.

 

#D

DEAL BREAKER
Fator ou problema que impede ou acaba com uma negociação em estágio avançado.

 

DESIGN THINKING

Conceito inspirado na ideia de que é possível traçar estratégias mais inteligentes com a utilização de ideias e técnicas do design. O objetivo principal é conseguir ver problemas como uma todo e encontrar soluções que integrem diferentes áreas ou processos.

 

DUE DELIGENCE
É a fase onde as startups e seus projetos são analisados pelas aceleradoras que determinarão se vale a pena o investimento. É um processo de investigação e auditoria das informações da empresa, fundamental para confirmar aos potenciais compradores ou investidores.

 

DRAG ALONE
É uma cláusula que exige que os sócios minoritários vendam suas ações quando o sócio majoritário o faz. O objetivo é fazer com que o comprador adquira 100% da empresa. Fator ou problema que impede ou acaba com uma negociação em estágio avançado.

 

#E

EARLY STAGE FINANCING
É o primeiro financiamento que uma empresa recebe, quando está em fase inicial, antes mesmo de possuir clientes ou produtos.


EARLY ADOPTERS
Também conhecido como "adotante inicial", é um usuário/cliente que usará seu produto, serviço ou tecnologia, afim de fornecer feedbacks consideráveis e sinceros, ajudando a refinar sua solução para um lançamento futuro.


ESCALABILIDADE
Finalmente, a explicação do termo utilizado no exemplo inicial. Uma ideia escalável é aquela capaz de ser reproduzida repetidamente em grande quantidade, sem que haja mudanças profundas na estrutura da empresa.

 

EDUTECHS
As edutechs são Startups que inserem a tecnologia na educação. A junção dessas duas áreas acontece com o objetivo de facilitar a aprendizagem e, como consequência, potencializar o desempenho na relação ensino/aprendizado.

 

ECOTECHS
O conceito deste termo é muito novo no mercado, e trata-se de Startups que têm soluções voltadas para a questão ambiental, ecológica. Nessa ‘‘tech’’, não basta apenas o desenvolvimento de diversos softwares, tem de colocar a mão na massa literalmente.

 

EQUITY CAPITAL
É o investimento de capital por grupos de investidores, ou individualmente, com grande conhecimento de mercado, em troca de parte acionária da empresa. Geralmente ocorre quando a startup atinge relevantes números no mercado ou torna-se atrativa para venda acionária.

 

ELEVATOR PITCH
Também conhecido como “pitch de elevador”, é o que gera a imagem inicial de uma empresa. Pitch significa o ato de vender ou apresentar um negócio ou uma ideia de forma que conquiste ou gere interesse por parte do ouvinte. Já o “elevator pitch” refere-se ao fato de apresentar um insight ou negócio em menos de um minuto ou 30 segundos, que é o tempo de uma conversa no elevador. A sua abordagem tem que ser tão boa e instigante quanto uma rápida conversa.

 

#F

FINTECHS

É o termo utilizado para Startups que trazem inovações e o uso de novas tecnologias para empresas do setor financeiro. O uso de smartphones e tablets para o uso de bancos móveis e a possibilidade de realizar investimentos, são exemplos da aplicação da tecnologia que tornam o acesso aos serviços financeiros e bancários mais acessíveis à população.

 

FREE

Geralmente atribuído para sites e apps gratuitos (para download e utilização), que contam com uma função específica. Em muitos aplicativos, porém, a presença de janelas com anúncios em grande quantidade é constante – já que se trata de uma das formas mais simples de monetizar com o conteúdo free. Entre eles estão alguns dos mais populares, como o Facebook, Instagram, Snapchat e muitos produzidos pela Google, bem como alguns jogos.

 

FREEMIUM

É um modelo de negócio digital que é oferecido gratuitamente e a forma de monetização é feita por meio de aquisição de funcionalidade ou recursos adicionais, caracterizando usuários “premium”. Por isso a palavra faz referência a junção de outras duas palavras Free (que significa gratuidade) + Premium (que se refere a produtos de alta qualidade.

 

FLUXO DE CAIXA

É um instrumento de gestão financeira que projeta para um determinado período futuro da empresa, todas as entradas e saídas de recursos financeiros indicando como será o saldo do caixa para este período. Com as informações do fluxo de caixa, que significa a saúde financeira da empresa, o empresário pode elaborar análise, calcular a rentabilidade, a lucratividade, o ponto de equilíbrio e o prazo de retorno do investimento.

 

FOUNDER E CO-FOUNDER

O fundador e idealizador de uma startup é chamado de founder. Os seus primeiros sócios são denominados co-founders. Mas também vale para os componentes do team que entraram após a criação do propósito, da ideia central do projeto.

 

LITE

Este termo aqui, especificadamente, está associado a uma versão que pode ser baixada de graça para que o usuário tenha uma “degustação” da experiência. Os apps lite, antes conhecidos como demos, costumam vir com bloqueios de modos que o usuário tenha que pagar pela versão final com mais funcionalidades. Algumas empresas criam esse tipo de app para um público específico, como é o caso do Facebook com sua versão lite, mais leve, com menos funcionalidades, mas que proporciona melhor experiência aos usuários com conexões mais lentas.

 

#G

G2G (governement to governement)

Este conceito faz referência ao comércio que se desenvolve entre órgãos do governo. Isto é, são transações entre governos, podendo ser da União, dos estados e dos municípios, porém, não necessariamente monetárias. Por exemplo, quando uma organização pública cria algo e compartilha essa experiência com outro órgão público, proporcionando alguma economia de tempo e dinheiro.

 

G2C (governement to citizen)

É a relação comercial entre o governo (federal, estadual ou municipal) e os contribuintes. Seu principal objetivo é, por meio de portais informativos e de pagamento, levar conhecimento e informações ao cidadão sobre prestação de serviços e tributação.

 

GERAÇÃO DE LEADS

Este modelo de receita é utilizado por Startups que se monetizam por gerar ou vender leads qualificados, ou seja, fornece uma indicação de cliente com intenção de compra para um prestador de serviço cadastrado na plataforma. Este modelo é usado por Startups como GetNinjas e Habitissimo.

GERAÇÃO X

Surgida em meados de 1960, estendendo-se até o início dos anos 80, essa geração vivenciou o início dos computadores, impressoras, internet, presenciou as “Diretas Já” e o fim da ditadura. Suas principais características são a resistência em relação o que é novo, busca da individualidade sem a perda da convivência em grupo, maturidade e escolha de produtos de qualidade e inteligência, ruptura com gerações anteriores, preparação e preocupação maior com as gerações futuras, procura sua liberdade e etc.

 

GERAÇÃO Y

Nascidos entre os anos 80 e 90, essa é a geração da liberdade e da inovação. Se desenvolveu em meio ao avanço da tecnologia, prosperidade econômica, rodeados de facilidades oferecido por seus pais, acostumados a conseguir o que querem, têm hábitos de multitarefas, primeira geração globalizada, estão sempre conectados, procuram informação fácil e barata, digitam ao invés de escrever, compartilham tudo em rede de relacionamento, procuram por novas tecnologias, etc.

 

GERAÇÃO Z

De 1992 a 2012, estão intimamente ligados a quarta revolução industrial, a era exponencial da internet, e o crescimento das Startups e grupos tecnológicos. São desapegados a fronteiras geográficas, muito ansiosos, perfil imediatista, sem paciência com os mais velhos, não são bons em trabalho em equipe, são excêntricos, etc.

 

GROWTH HACKING

Trata-se do conjunto de práticas utilizadas por profissionais, normalmente de empresas digitais, que visam o crescimento acelerado de um empreendimento. A palavra ‘growth” significa crescimento e “hacker” se relaciona ao profissional que detêm conhecimento na elaboração, programação e manutenção de sistemas. Especificamente, neste caso, domina também a área de vendas de um produto ou serviço, fazendo com que a utilização pelo público seja feita de forma agradável, precisa, crescente e lucrativa. Ou seja, Growth Hacking visa o crescimento rápido e contínuo de uma startup.

 

GROWTH CAPITAL

Investimento feito quando a empresa já atingiu um estágio mais maduro onde ela já ingressou no mercado e já possui uma reputação frente aos consumidores. Esse investimento serve para apoiar o crescimento das empresas que já ingressaram no Mercado.

 

#H

HEALTHTECHS

Termo muito utilizado por Startups que buscam inovar e achar soluções na área da saúde. O segmento de Health Techs tem se desenvolvido em diversas frentes, desde aplicações para otimização de processos de gestão da saúde, até diagnósticos avançados, passando por soluções tecnológicas para prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida, mapeamento de endemias, entre outros.

 

HACKATHON

Significa uma maratona de programação. O termo resulta da combinação das palavras “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona). É um evento que reúne programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software para uma maratona de programação, cujo objetivo é desenvolver um software que atenda a um fim específico ou projetos livres que sejam inovadores e utilizáveis.

 

HURDLE RATE

É a taxa miníma de retorno ou atratividade que o investidor espera para que um empreendimento seja considerado viável. A expressão tem ligação com a ideia de superar obstáculos (hurdles) que devem ser ultrapassados pelo empreendedor. A ideia é que a taxa mínima de atratividade precisa superar o retorno efetivo. Suponhamos que a hurdle rate seja de 8%, um projeto calculado com um retorno superior a 10% já pode ser pensado ou projetado.

 

#I

INVESTIDOR ANJO

Os investidores anjos são um grupo privados que financiam startups. Geralmente investem 5% a 10% de seu patrimônio em novas empresas. Além de oferecem apoio financeiro, networking, acoselhamentos, também proporcionam experiência de mercado.

 

INCUBADORA

São espaços com infraestrutura dotada para que novas startups consigam desenvolver suas ideias e projetos. Em geral, incubadoras estão filiadas a universidades, faculdades e órgãos públicos, porém, ultimamente, também ligadas à empresas de

investimento. Este último, diretamente ligado ao investimento vs lucratividade.

 

INSURTECHS

São Startups que surgiram com o propósito de revolucionar o setor de seguros, por meio de tecnologias inovadoras que mudam a forma como os consumidores contratam planos de seguro (de vida, imóvel, viagem, automóvel, etc).

 

INBOUND MKT

Inbound marketing ou marketing de atração é uma forma de publicidade on-line na qual uma empresa se promove através de blogs, podcasts, vídeo, e-Books, newsletters, whitepapers, SEO e outras formas de marketing de conteúdo.

 

IPO (Initial Public Offering)

É quando uma empresa abre seu capital e ingressa na bolsa de valores. O IPO é um passo importante para as empresas. Basicamente, a empresa distribui ações em uma bolsa de valores, permitindo aos acionistas adquirir partes consideráveis da empresa. Portanto, ela deixa de pertencer a apenas um único dono (ou grupo) e passa a ter acionistas.

 

#L

LARGE COMPANY STARTUP

São grandes corporações de mercado, com vasta experiência em sua área, que precisam inovar para crescer e assim se diferenciar dos seus concorrentes. Geralmente introduzem ou criar esse tipo de startup em suas entranhas criando uma nova empresa, e, em alguns casos, gerando uma spin-offs.

 

LAWTECHS

É o termo mais utilizado para identificar Startups que criam e desenvolvem soluções através do uso de tecnologias, para facilitar a rotina dos advogados, conectar cidadãos ao direito e mudar, em menor ou maior grau, a forma de atuação do poder Judiciário.

 

LEAN CANVAS

É uma ferramenta baseada no Business Model Canvas que utiliza técnicas para o auxílio no processo de criação de um modelo de negócio. Enfatiza a necessidade de encontrar o encaixe entre o problema de mercado e solução oferecida pela Startup, ao invés de se preocupar com relacionamento ou parcerias. É muito utilizado para o desenvolvimento de novas ideias, produtos, serviços e mercados, combinando desenvolvimento ágil, testes e clientela.

 

LEAN STARTUP

A palavra lean significa “enxuto” e quando se refere a uma startup está relacionada à estratégia ou método de buscar, identificar e eliminar os desperdícios (tanto relacionados aos processos, validação do negócio e execução) a fim de que se chegue a um “modelo lean”, ou seja, enxuto que reduza ou elimine gastos desnecessários.

 

LIFESTYLE STARTUP

Se você trabalha fazendo o que ama, sem ter o intuito de ser milionário ou acumular riquezas para suas próximas gerações, então você tem uma Lifestyle Startup. Este tipo de empreendedor, por exemplo, são movidos por um sonho de ter sucesso com o seu estilo de vida.

 

LOVE CAPITAL

É o investimento financeiro feito por familiares, amigos e etc. Muito semelhante ao bootstrapping, mas neste caso, quem investe ou cede o dinheiro, normalmente, costuma fazer uma análise subjetiva – levando em conta sentimentos – e não uma avaliação racional e objetiva do projeto.

 

#M

MARKETPLACE

Este modelo se caracteriza por disponibilizar produtos e serviços de diversos vendedores em um único ambiente virtual. Normalmente, em um e-commerce de grande porte, que pode ou não vender produtos próprios, possui alto volume de usuários que frequentam e confiam na plataforma. O Amazon foi a precursora dessa estratégia no mundo, que acabou por também ser adotada no Brasil por grandes empresas como Americanas, Walmart, Extra.com, Submarino, Mercado Livre, Saraiva, Magazine Luize, etc.

 

M-Commerce (mobile commerce)

É a opção cada vez mais utilizada nos dias atuais, em virtude do crescimento do consumo via smartphones e tablets, nesse caso, o ambiente da loja virtual é pensado para ser usado no celular com a mesma qualidade do navegador- sem prejudicar a experiência.

 

MÉTRICAS DE VAIDADE

Métricas de vaidade são medidas do tipo: usuários cadastrados, downloads e acessos ao website. Elas dão a imagem mais otimista possível e não têm necessariamente correlação com os números que realmente importam para o negócio (chamados de métricas acionáveis), como envolvimento, custos de aquisição de usuário, usuários ativos e ultimamente, o lucro.

 

MEETUP

Um momento onde os empreendedores encontram com colegas e investidores para falarem dos negócios. A expressão vem da junção das palavras Meet (encontro) e Up (levantar ou em pé). Isso acontece porque, nesse tipo de ocasião, os interlocutores costumam permanecer de pé, facilitando a circulação de pessoas e tornando o networking muito mais dinâmico.

 

MODELO DE NEGÓCIO

É a forma como o seu cliente percebe o valor que seu produto ou serviço passa pra ele. Ou seja, quanto mais ele percebe a importância do seu produto ou serviço (software ou e-commerce, por exemplo) no seu dia-a-dia, maior valor terá. Os principais formatos existentes no mercado, são: SaaS (software as a service), marketplace, aplicativo ou diversos outros.

 

MONETIZAÇÃO

Monetizar é transformar algo em dinheiro, é tornar rentável, é tornar lucrativo qualquer bem ou serviço. Significa o aproveitamento de algo como fonte de lucro, renda. O termo é derivado do verbo monetizar que designa o ato de transformar algo em dinheiro.

 

MOCK-UP

É um modelo em escala ou de tamanho real de um projeto ou dispositivo, usado para ensino, demonstração, avaliação de design, promoção, feedbacks de clientes e outros propósitos. Um mockup é um protótipo que fornece pelo menos parte da funcionalidade de um sistema e permite o teste de um projeto.

 

MINDSET DIGITAL

Em português, mindset significa “mente configurada”. O mindset digital é justamente a reconfiguração da mentalidade das pessoas proporcionando crescimento e qualidade de vida para os colaboradores de uma empresa, onde entende o que é uma tecnologia e percebe com ela impacta na sua área e no seu trabalho.

 

MVP (minimum viable product)

É basicamente um produto que é lançado no mercado em uma versão alfa ou beta. Ao invés de serem lançados no estágio final, são colocados à disposição do público, por meio de testes em muitos casos, a fim de obter feedbacks e analisar a aceitação dos consumidores antes de se chegar ao produto final. Esse processo ajuda na validação do negócio.

 

#O

OSO (online to offline)

Adotado por empresas do mundo online para encontrar e trazer clientes para empresas do mundo offline. Funciona por atrair usuários online oferecendo ofertas, reservas, descontos, recomendações e etc, e torná-los em oportunidades de compra (lead generation) no mundo real (atacarejo). Os principais players desse mercado são o Groupon, Help Saúde, iFood, Spa Finder e

Booking.

 

OUTBOUND MKT

O outbound marketing pode ser definido como a estratégia tradicional de marketing, em que a marca é ativa no processo de prospecção de clientes. Um bom exemplo é enquanto no inbound mkt você aguarda o peixe morder a isca, no outbound você joga uma rede.

 

OUTSOURCING

É a terceirização de um trabalho. Em geral os motivos para essa terceirização são: economia de custos e confiar a tarefa para pessoas mais especializadas, permitindo uma flexibilidade para determinadas demandas que são pontuais.

 

#P

P2P (peer to peer)

É um modelo de negócio que permite que os indivíduos se conectem diretamente entre si e troquem produtos e serviços, sem intermédio de empresas. Esse modelo foi popularizado nos anos 2000 principalmente pelo Napster, e permitiu que milhões de usuários se conectassem “diretamente”, formando grupos e colaborando para o crescimento da rede. Hoje em dia, podemos dizer que essa nomenclatura é o mesmo que C2C.

 

PAYBACK

É um cálculo que representa o tempo que levará para seu investimento se pagar. Isto é, o tempo que seus rendimentos acumulados se igualem ao investimento inicial. Em outras palavras, é o tempo que levará para recuperar seu capital inicial.

 

PLAYTECHS

Esse é um termo muito novo para designar o mundo dos games através de uma Startup. Aqui, não adianta criar soluções tecnológicas que resolva ‘‘uma ou outra dor’’ dos usuários, mas sim, desenvolver algo muito criativo, envolvente e que realmente alguém possa pagar.

 

PLANO DE NEGÓCIO

É um documento que especifica, em linguagem escrita, um negócio que se quer iniciar ou que já está iniciado, mas também servindo de projeção financeira de um modelo de negócio. Geralmente é escrito por empreendedores, quando há intenção de se iniciar um negócio, mas também pode ser utilizado como ferramenta de marketing interno e gestão.

 

PRECIFICAÇÃO

É a maneira estratégica de pensar e agir como uma tática para se descobrir, calcular e saber quanto os clientes estão dispostos a pagar por um produto ou serviço.

 

PREMIUM

É uma versão com mais benefícios ou vantagens adicionais que geram valor para os usuários e, por isso, justificam a cobrança. Estes benefícios e vantagens podem ser: recursos adicionais; maior capacidade; novas funcionalidades; dentre outros.

 

PRIVATE EQUITY

É um modelo de investimento de grande escala realizado por fundos visando empresas que não têm ações em Bolsas de Valores. Semelhante ao venture capital, mas com maiores dimensões, o Private Equity normalmente é reconhecido como uma etapa posterior ao venture capital.

 

PITCH

Uma apresentação "fast" do seu modelo de negócio para apresentar o seu negócio, produto ou ideia para investidores com o intuito de convencê-los a investir em seu projeto.

 

PIVOTAR

Pivotar é girar a empresa para “outra direção”, geralmente testando hipóteses, mantendo a base para não perder a posição já conquistada, mas visando uma nova área de atuação ou até mesmo um novo modelo de negócios. Essa estratégia de pivotar uma empresa é utilizada depois de testar a viabilidade do negócio ou após uma mudança drástica no setor que afeta os resultados da empresa ou até a busca pelos serviços ou produtos oferecidos.

 

PROPTECHS

Expressão usada para se referir a Startups que gera valor em torno de uma propriedade imobiliária através de um negócio de base tecnológica. Faz menção ao setor imobiliário e se popularizou na Europa e em grandes centros urbanos como Nova Iorque e Singapura. Foi abraçado pelo pessoal do MIPIM, maior evento de real estate do mundo.

 

PRODUT MARKET FIT

É o ajuste em que um produto satisfaz uma demanda de mercado. O ajuste é o primeiro passo para a criação de um produto de sucesso no qual a empresa atenda aos primeiros adotantes, reúna feedback e avalie o interesse em seu produto.

 

#R

REGTECHS

Refere-se a Startups que oferecem soluções tecnológicas para resolver problemas gerados pelas novas exigências de regulamentação e conformidade provindas da era digital, com soluções mais fragmentadas, resolvendo problemas específicos, em nichos bem determinados

 

ROUND

É como uma empresa denomina uma etapa de investimento recebido por ela. O primeiro investimento é o “Round A”, o segundo é o “Round B” e etc.

 

#S

STARTUPS

São empresas embrionárias (em fase inicial de planejamento) que visam o ingresso/crescimento no mercado, composta por um grupo de empreendedores com diversos conhecimentos, à procura de um modelo de negócios repetitível e escalável, em condições de trabalho de extrema incerteza.

SAAS (software as a service)

Este modelo se caracteriza pela responsabilidade de distribuição, acesso, suporte, atualização, segurança, manutenção de software e plataforma, pela empresa prestadora do serviço. Este tipo de solução baseada em nuvens, permite que software seja utilizado em qualquer momento, por diferentes browsers pelo usuário.

 

SEGMENTO DE CLIENTE

O conceito consiste na seleção de grupos de clientes com perfis e demandas similares alinhados com sua proposta de valor e que sejam atrativos para seu negócio. A atratividade está relacionada ao tamanho desses segmentos e sua perspectiva de rentabilidade.

 

SCALABLE STARTUP

Aqui se enquadra, em sua grande maioria, cerca de 90% das empresas, principalmente de base tecnológica - que são escaláveis e foram criadas com objetivo de gerar capital, recebendo investimentos em rodadas de negócio, resultando em uma grande escalabilidade, resultando em mais lucro para seus sócios.

 

SOCIAL STARTUP

Se o seu objetivo é abrir um negócio que tem o objetivo de mudar o mundo, sem a pretensão de ficar rico e famoso, mas sim em ajudar as outras pessoas, esse é o seu tipo de Startup. Seja ela uma organização sem fins lucrativos, ou com fins lucrativos, ou ainda mista, tem relação com a Social Startups.

 

STOCK OPTIONS

São uma maneira de remunerar gestores da empresa através de compras de ações da própria companhia. Entende-se que dando ao gestor a opção de comprar ações da própria empresa onde ele trabalha, ele seja estimulado a fazê-la valer mais, trabalhando com esse objetivo.

 

SEO

A sigla para Search Engine Optimization consiste em um conjunto de técnicas e métodos que, quando bem aplicados, melhoram o posicionamento do site em mecanismos de busca. Fundamental para quem quer potencializar a presença online.

 

SEED CAPITAL

É o investimento que é feito nos primórdios da criação de uma empresa. Os valores investidos são menores e o risco nesse estágio tende a ser bem maior.

 

SMART MONEY

É o investimento feito por pessoas consideradas experientes e bem informadas no mercado (leia-se investidores). Esse tipo de investimento, embora não seja garantia de sucesso, injeta uma vasta rede de networking, parceiros e habilidades que faltam à sua equipe, como gerenciamento de recursos humanos, programação, gestão de recursos financeiros, liderança, experiência em vendas, novas mídias e no processo de abertura de patentes.

 

SMALL BUSINESS STARTUP

A esmagadora maioria dos empreendedores e Startups do Brasil. Se você é um empreendedor de uma barbearia, uma mercearia, um mercadinho, uma loja virtual ou um pequeno comércio, então você tem uma small business startup!

 

SPIN-OFF

É a formação de um novo negócio com base em inovações ou produtos criados por uma empresa-mãe. Normalmente, os primeiros funcionários de uma spin-off atuaram na empresa-mãe durante o desenvolvimento do projeto.

 

SHAREHOLDER

É como se denomina alguém que possua ações da sua empresa.

 

#T

TRASAÇÃO

É um modelo de receita que segue o mesmo princípio do comissionamento, porém é mais usado em serviços financeiros e intermediários de pagamentos como o PagSeguro, que fica com um percentual sobre o valor transacionado pela plataforma.

 

TESTES A/B

Teste A/B é um experimento no qual diferentes versões de um produto são oferecidos aos clientes, ao mesmo tempo. O objetivo deste teste é observar as mudanças no comportamento entre os dois grupos e medir o impacto de cada versão.

 

TERM SHEET

Documento que contém termos combinados entre os investidores e os empreendedores, geralmente feito antes do investimento.

 

#U

UNICÓRNIOS
São empresas que possuem um crescimento rápido destacando-se em pouco tempo, estimadas em mais de 1 bilhão de dólares. Empresas como Uber, Xiaomi, Airbnb, Netflix, 99, Pagseguro e Nubak, sendo as três últimas brasileiras, podem ser consideradas “unicórnios”.

 

#V

VALOR DE MERCADO

Valor de uma empresa, determinado na maioria das vezes por investidores, independentemente de ela estar em funcionamento ou não.

 

VALUATION

O termo é utilizado para designar o valor de mercado de uma startup: o preço que deve ser pago por ela, considerando os investimentos realizados.

 

VENTURE CAPITAL

Capital de risco que realiza investimento em empresas que estão em estágio inicial, mas que têm alto potencial de crescimento. Os investidores – tradicionalmente na forma de empresas – passam a ter participação societária no negócio. Com o dinheiro, as startups estruturam suas operações sem depender de fluxo de caixa, que geralmente é inexistente ou baixo nessa fase.

 

VENTURE BUILDING

O modelo mescla características das incubadoras, aceleradoras e venture capital, sendo que fornece todo o planejamento estratégico, a captação de recursos financeiros e humanos e estrutura física. O objetivo de uma venture builder não é apenas criar um produto, mas construir um negócio. Geralmente, a sua participação numa Startup é grande, chegando até 80% da estrutura acionária na fase inicial.

 

#W

WHITE LABEL

O White Label é um modelo de negócio em que um produto ou serviço desenvolvido por determinada empresa pode ser revendido por outras empresas ou pessoas físicas sem divulgação dos direitos autorais, ou seja, como se a inteligência por trás do produto fosse da marca que o revende.

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